Patacala

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O estudo como um todo me transformou num ser mais cult..., o quartel deu-me algum caráter, algo de austeridade, e bastante disciplina...A vida me transforma, ainda hoje, num ser mais responsável e feliz... Tenho que pôr para fora a historiografia do espaço que me cerca...por mim, por todos que me cercam, pelos alunos e pelos meus amados descendentes... Quem sou eu, afinal? Sou pai, marido, militar, mestre, pesquisador, flamenguista e carioca....um tanto quanto crazy....mas impondo pitadas de juízo e seriedade, e retirando um outro tanto de rock´n roll, atesta-se experimentalmente, probabilisticamente e aprioristicamente que eu sou normal...
Reencontrar e lidar com um mundo de transliteração cerebral....passar e absorver opiniões...dialogar e transformar o abastrato em concreto...idéias...conhecimento...admiração...deve bastar até o fim dos meus dias...

Viajar é preciso....













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terça-feira, 17 de maio de 2011

Woody Allen e Amelie Poulain

Ele cresceu ouvindo Los Hermanos. Ela cresceu achando Los Hermanos um negócio bem chato. Os dois se conheceram em uma boate, se apaixonaram e namoram há alguns meses. Ele a convenceu a acompanhá-lo ao show do Marcelo Camelo, no último dia 7, no Circo Voador. Ela:- Eu não acredito que tô vindo num show dos Los Hermanos.
Ele: - Não é dos Los Hermanos. É do Marcelo Camelo.
Ele: - Dá no mesmo.
Ele: - Nananinanão.
Ela: - Os fãs continuam sendo chatos. Eu não acredito que você era desse tipinho.
Ele: - Meu benzinho, você gosta de mim de verdade? De quem eu sou?
Ela: - Claro.
Ele: - Então você tem que agradecer ao Camelo. Posso dividir com você uma pequena teoria que tenho?
Ela: - Prossiga.
Ele: - Olha, nós fazemos parte de uma geração que foi criada pela cultura pop. Ok, nossos pais nos educaram. Mas os filmes que a gente viu, os programas de TV que a gente viu, as músicas que escutamos, os sites em que entramos, os livros que lemos nos educaram tanto quanto e, se bobear, mais. São eles que definem quem a gente virou.
Ela: - O que isso tem a ver?
Ele: - Que eu só sou assim, desse jeito que eu sou, e de que você gosta, por causa de cinco pessoas: Marcelo Camelo, Woody Allen, Charlie Kaufman, Wes Anderson e Nick Hornby. Se esses cinco caras não tivessem entrado na minha vida quando eu era pré-adolescente, formando o meu caráter, minha personalidade, eu seria uma pessoa completamente diferente de quem eu sou.
Ela: - Então quer dizer que, se você tivesse ouvido Charlie Brown Jr. durante a adolescência em vez de Los Hermanos, você seria completamente diferente?
Ele: - Não sei se completamente, mas certamente diferente. Eu teria perdido minha virgindade mais cedo, muito provavelmente.
Ela: - Isso não faz o menor sentido.
Ele: - Por que eu te amo?
Ela: - Porque eu sou flexível na cama?
Ele: - Não. Porque você assistiu a "Amelie Poulain" com 13 anos, se apaixonou pelo filme e se identificou com o personagem. Por isso, passou a cortar o cabelo de um jeito moderninho, diferente, porque você tinha a garantia de que um ícone do cinema era daquele jeito e você podia querer ser daquele jeito também. Assim você virou essa pessoa que começou a explorar cinema francês, música francesa, passou a ser descoladinha, passou a frequentar a Matriz, nos conhecemos por lá e eu me apaixonei por essa "pessoa criada pela Amelie".
Ela: - Você tá dizendo que eu não tenho personalidade?
Ele: - Claro que não, meu bem. Eu tô dizendo que se você tivesse se apaixonado por, sei lá, "Diário de uma paixão" em vez de "Amelie Poulain", você talvez não tivesse experimentado seu cabelo curto e, talvez, frequentasse a Baronneti em vez da Casa da Matriz. E talvez a gente nunca tivesse se conhecido. Se eu não gostasse de Los Hermanos e você não gostasse de "Amelie".
Ela: - Você e suas teoriazinhas...
Ele: - Você tem que admitir que faz pelo menos um pouquinho de sentido.
Marcelo Camelo entra no palco.
Ele se esquece da discussão e começa a berrar como uma menininha num show do Justin Bieber.
Ela acha fofo, sorri, e começa a gritar também pra entrar no clima.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Zero - Agora eu Sei - 1986


Nostalgia pura

a capacidade de me remeter ao passado e lembrar de minha infância aos 8 ou 9 anos...nossa

não imaginava que passar a tarde de domingo vendo Cassino do Chacrinha e Armação Ilimitada me faria ficar assim...

Época boa que não volta mais....

Imaginar que eu adorava aquela bagunça do chacrinha ao som de Heróis da Resistência, Grupo Zero, Titãs, Paralamas, Dr. Silvana, Simony e Jairzinho, Ultraje a Rigor, Léo Jaime magrinho....1986...época de ouro ao lado de meus pais e da Aline

Nossa....demais emoção!




domingo, 24 de abril de 2011

To you my family - Feliz Páscoa

You don't realize how much
I need you.
Love you all the time,
Never leave you.

Please come on back to me.
I'm lonely as can be.
I need you.

Said you had a thing or two
To tell me.
How was I to know you would
Upset me.

I didn't realize
As I looked in your eyes.
You told me.

Oh, yes, you told me
You don't want my lovin' anymore.
That's when it hurt me
And feeling like this,
I just can't go on anymore.

Please remember how I feel
About you.
I could never really live
Without you.

So, come on back and see
Just what you mean to me.
I need you.

But when you told me
You don't want my lovin' anymore.
That's when it hurt me
And feeling like this,
I just can't go on anymore.

Please remember how I feel
About you.
I could never really live
Without you.

Família

Família gostosa

Bagunça charmosa

Vida hermosa

Carinho de tão gostoso estar

Obrigado, força maior, por estar aqui num domingo preguiça

Do tipo que se faz gostoso estar em família 


Páscoa no Sentido Literal

Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.
A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.
No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.
Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pessach (Páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Estremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o Venerável Beda, historiador inglês do século VII. Porém, é importante mencionar que Ishtar é cognata de Inanna e Astarte (Mitologia Suméria e Mitologia Fenícia), ambas ligadas a fertilidade, das quais provavelmente o mito de "Ostern", e consequentemente a Páscoa (direta e indiretamente), tiveram notórias influências.

Cidadão Quem

Apenas a música, bela, só isso, nada demais...