Não sei quando comecei a fazer parte dele....aliás nem sei se algum dia já o integrei...de repente pessoas observadoras possam dizer com maior propriedade...afinal o id e o ego são antonímias morfológicas....crueldade, porém veracidade, é que você passa a fazer parte dele quanto menos estranho você fica...as oportunidades o fazem existir, a vivência o ajusta e modela a cada bom corte...no entanto fica mais preciso o fato de que amadurecimento e sofrimento são conquistas binomiais que intercalam-se precisamente...talvez o ser saiba quando, talvez não...pode-se abandonar o gosto pelo doce quando sente-se o amargo? pode-se secar a rês quando o melhor é embebedá-la? pode a beira da calçada lhe ser maior fortuna que a cama que se deita? o que se sabe? sei que hoje escolho ser estranho, fora do abandono pueril...pensando amiúde, quem sabe os roqueiros míticos estivessem certos...melhor não responder nunca algo que só a resposta lhes arrebatará...