Patacala

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O estudo como um todo me transformou num ser mais cult..., o quartel deu-me algum caráter, algo de austeridade, e bastante disciplina...A vida me transforma, ainda hoje, num ser mais responsável e feliz... Tenho que pôr para fora a historiografia do espaço que me cerca...por mim, por todos que me cercam, pelos alunos e pelos meus amados descendentes... Quem sou eu, afinal? Sou auditor, mestre, pesquisador, flamenguista e carioca....um tanto quanto crazy....mas impondo pitadas de juízo e seriedade, e retirando um outro tanto de rock´n roll, atesta-se experimentalmente, probabilisticamente e aprioristicamente que eu sou normal...
Reencontrar e lidar com um mundo de transliteração cerebral....passar e absorver opiniões...dialogar e transformar o abastrato em concreto...idéias...conhecimento...admiração...deve bastar até o fim dos meus dias...

Viajar é preciso....













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sábado, 17 de julho de 2010

Santo Ângelo - RS


Memorial Coluna Prestes...foto dos Oficiais integrantes da Coluna em 1927, quando eles dominaram a cidade de Santo Ângelo, na fronteira oeste do Rio Grande do Sul...Viagem....
                                                             Ouvindo Bebel Gilberto e Forró in The Dark

Casamento...

O casamento não é o final de tudo. Só das farras, bebedeiras, mulheres, baladas, amizades femininas, viagens sem destino, sábados de futebol, churrascos de domingo, campeonatos de video-game, barba, brinco, revistas de mulher pelada, filmes de putaria, cervejas de sexta a noite, privacidade, comida da mamãe, do seu salário, sua banda de rock, coleção de gibis, bagunça, ressacas, férias, carnaval, micaretas, pontualidade, sexo selvagem, dos flertes nos chats, no msn, orkut, facebook, no trabalho, vida social, cultural e inteligente, ou seja nem é tão ruim assim...basta saber conviver com coisas melhores...

rsssss.....desculpe amore

Trem para as estrelas

São 7 horas da manhã

Vejo Cristo da janela
O sol já apagou sua luz
E o povo lá embaixo espera
Nas filas dos pontos de ônibus
Procurando aonde ir
São todos seus cicerones
Correm pra não desistir
Dos seus salários de fome
É a esperança que eles tem
Neste filme como extras
Todos querem se dar bem

Num trem pras estrelas
Depois dos navios negreiros
Outras correntezas

Estranho o teu Cristo, Rio
Que olha tão longe, além
Com os braços sempre abertos
Mas sem protejer ninguém
Eu vou forrar as paredes
Do meu quarto de miséria
Com manchetes de jornal
Pra ver que não é nada sério
Eu vou dar o meu desprezo
Pra você que me ensinou
Que a tristeza é uma maneira
Da gente se salvar depois