Patacala

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O estudo como um todo me transformou num ser mais cult..., o quartel deu-me algum caráter, algo de austeridade, e bastante disciplina...A vida me transforma, ainda hoje, num ser mais responsável e feliz... Tenho que pôr para fora a historiografia do espaço que me cerca...por mim, por todos que me cercam, pelos alunos e pelos meus amados descendentes... Quem sou eu, afinal? Sou auditor, mestre, pesquisador, flamenguista e carioca....um tanto quanto crazy....mas impondo pitadas de juízo e seriedade, e retirando um outro tanto de rock´n roll, atesta-se experimentalmente, probabilisticamente e aprioristicamente que eu sou normal...
Reencontrar e lidar com um mundo de transliteração cerebral....passar e absorver opiniões...dialogar e transformar o abastrato em concreto...idéias...conhecimento...admiração...deve bastar até o fim dos meus dias...

Viajar é preciso....













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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Introdução à Administração

1)      Origem das Empresas

Empresas existem pois todos precisamos de bens e serviços para viver e são as organizações as responsáveis por produzir esses bens e serviços. Portanto as organizações existem para atender às necessidades e desejos da sociedade e do mercado.


Sobre a origem das Organizações Coelho (2004) diz que:

Na Antigüidade, roupas e víveres eram produzidos na própria casa, para os seus moradores; apenas os excedentes eventuais eram trocados entre vizinhos ou na praça.[...] Alguns povos da Antigüidade, como os fenícios, destacaram-se intensificando as trocas e, com isto, estimularam a produção de bens destinados especificamente à venda. Esta atividade de fins econômicos, o comércio, expandiu-se com extraordinário vigor.
(COELHO, 2004, p. 5).

Nem sempre houve a necessidade de ser juntar pessoas e recursos a fim de produzir bens ou serviços para atender a sociedade. Contudo, nos tempos contemporâneos, as organizações ganharam complexidade e volume, de acordo com as seguintes características:

- As organizações estão expandindo e melhorando a cada dia, impulsionadas pela alta competitividade e exigência da sociedade.
- As organizações existem para servir às necessidades e desejos das pessoas.
- Essas entidades são planejadas, organizadas, dirigidas e controladas por Administradores, por meio da Administração e é na organização que o Administrador nasce e se desenvolve.

É importante destacar a diferença entre Organização e Estrutura Organizacional.

* a união de pessoas, idéias, ideologias, e recursos para atingir objetivos.

* forma como essa organização será racionalizada, seus métodos e estruturação para agir.

O primeiro é o conceito desenvolvido por Cury (2000) a partir da união de conceitos de autores diversos: “[...] a organização é um sistema planejado de esforço cooperativo no qual cada participante tem um papel definido a desempenhar e deveres e tarefas a executar”. (CURY, 2000, p. 116).

O segundo conceito vem de Meireles e Paixão (2003). Relacionando a idéia de estrutura complexa de Gareth Morgan, à idéia de artefato de Herbert Simon, Meireles e Paixão chegaram ao seguinte conceito:

[...] a organização é um artefato que pode ser abordado como um conjunto articulado de pessoas, métodos e recursos materiais, projetado para um dado fim e balizado por um conjunto de imperativos determinantes (crenças, valores, culturas etc.).
(MEIRELES, 2003, p. 46).

A tarefa de planejar, apesar de ser algo do nosso cotidiano, não é uma das tarefas mais fáceis. O ato de planejar consiste em definir aquilo que será feito, como e quando será executado. O que você vai precisar planejar nos próximos dias? Se ainda não sabe como fazer, tente responder as cinco questões básicas:

Quem? Como? Com quê? O quê? Por quê?
O “quem” é o humanware – conjunto de pessoas requeridas pelo artefato.
O “como” é o software – tecnologia procedimental, a maneira de fazer as coisas.
O “com o quê” é o hardware – conjunto de recursos materiais (incluindo financeiros): equipamentos, máquinas, valores escriturais, créditos e valores.
O “o quê” é o foco – alvo de toda ação administrativa desenvolvida no interior do artefato.
O “por quê” são os imperativos determinantes – fonte da ação humana administrativa: apetites, sentimentos, interesses, atitudes, hábitos, cultura, crenças, valores, princípios


2) Classificação das Organizações


Três critérios:

a)      Flexibilidade

A Organização pode ser definida segundo sua capacidade de ser mais ou menos flexível. Organizações menos flexíveis tendem ao estilo de organização burocrática. Organizações mais flexíveis tendem ao estilo de organização adhocrática

b)     Complexidade

Complexidade não significa necessariamente tamanho, uma grande empresa pode ser menos complexa que uma pequena empresa. Complexidade está ligada aos processos internos da organização, sua estrutura e à forma com que ela age.

Cury (2003) divide as empresas em três tipos segundo sua complexidade:
  • Empresa de 1º tipo, isto é, empresa tradicional, de tecnologia simples, de produção rotineira, de ambiente estável, mecanicista, com ênfase em suas próprias atividades;
  • Empresa do 2º tipo, isto é, empresa um pouco mais complexa, tanto no que diz respeito à tecnologia utilizada quanto no que se refere ao cenário de produção, não tão programável, de ambiente de certa complexidade, com ênfase no indivíduo, procurando motivá-lo no trabalho, portanto organiza;
  • Empresa do 3º tipo, isto é, empresa de tecnologia de ponta, às vezes nova, de ambiente de alta incerteza, turbulento, de alta interdependência entre suas diversificadas áreas, com ênfase grupal, buscando a mobilização da força de trabalho, induzindo a uma abordagem adhocrática e contingencial, com estruturas predominantemente temporárias.(CURY, 2003, p. 131).


c) Evolução Histórica
O Mundo hoje requer organizações mais complexas, pois elas devem acompanhar a sua alta complexidade e volatilidade, porém as empresas devem procurar a melhor maneira de se organizar e que lhe trará os melhores resultados, seja ela do 1º, 2º ou 3º tipo.

Através da linha do tempo as organizações se estruturaram de maneiras diferentes, adequadas a cada momento histórico que vivenciaram.

Existem três modelagens das organizações em busca de efetividade: Tradicional, Moderna e Contemporânea,


Critérios e conceitos para classificação de empresas segundo o capital e o trabalho

Os critérios que classificam o tamanho de uma empresa constituem um importante fator de apoio às micro e pequenas empresas, permitindo que estabelecimentos dentro dos limites instituídos possam usufruir os benefícios e incentivos previstos nas legislações. No Estatuto de 1999, o critério adotado para conceituar micro e pequena empresa é a receita bruta anual. Além do critério adotado no Estatuto, o Sebrae utiliza ainda o conceito de funcionários nas empresas.

Os critérios que classificam o tamanho de uma empresa constituem um importante fator de apoio às micro e pequenas empresas, permitindo que estabelecimentos dentro dos limites instituídos possam usufruir os benefícios e incentivos previstos nas legislações.

No Estatuto da Micro e Pequena Empresa, de 1999, o critério adotado para conceituar micro e pequena empresa é a receita bruta anual, cujos valores foram atualizados pelo Decreto nº 5.028/2004, de 31 de março de 2004, são os seguintes:

- Microempresa: receita bruta anual igual ou inferior a R$ 433.755,14 (quatrocentos e trinta e três mil, setecentos e cinqüenta e cinco reais e quatorze centavos);

- Empresa de Pequeno Porte: receita bruta anual superior a R$ 433.755,14 e igual ou inferior a R$ 2.133.222,00 (dois milhões, cento e trinta e três mil, duzentos e vinte e dois reais).

Atualmente, esses critérios são adotados em diversos programas de crédito do governo federal em apoio às MPE.

É importante ressaltar que o regime simplificado de tributação - SIMPLES, que é uma lei de cunho estritamente tributário, adota um critério diferente para enquadrar micro e pequena empresa. Os limites, conforme disposto na Medida Provisória 275/05, são:

- Microempresa: receita bruta anual igual ou inferior a R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais);

- Empresa de Pequeno Porte: receita bruta anual superior a R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais) e igual ou inferior a R$ 2.400.000,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais).

Cada estado brasileiro possui uma variadade de conceitos critérios para classificar as micro e pequenas empresas, de acordo com a sua situação econômica e fiscal própria.

Os maiores limites de enquadramento são definidos por SP, RS, PR e BA, que adotaram R$ 2.400.000,00 de receita bruta anual. Os municípios carecem de leis nesse sentido, sendo muito poucos aqueles que contemplam o segmento da MPE com legislações própria de fomento.

Além do critério adotado no Estatuto da Micro e Pequena Empresa, o Sebrae utiliza ainda o conceito de número de funcionários nas empresas, principalmente nos estudos e levantamentos sobre a presença da micro e pequena empresa na economia brasileira, conforme os seguintes números:

- Microempresa:

I) na indústria e construção: até 19 funcionários
II) no comércio e serviços, até 09 funcionários.

- Pequena empresa:

I) na indústria e construção: de 20 a 99 funcionários
II) no comércio e serviços, de 10 a 49 funcionários.

Nos levantamentos que têm como fonte de dados o IBGE, as estatísticas sobre micro e pequenas empresas divulgadas pelo Sebrae utilizam o critério acima. Nos levantamentos dos censos e pesquisas sócio-econômicas anuais e mensais o IBGE classifica as firmas segundo as faixas de pessoal ocupado total.

O conceito de "pessoas ocupadas” em uma empresa abrange não somente os empregados, mas também os proprietários. Essa é uma forma de se dispor de informações sobre o expressivo número de micro unidades empresariais que não empregam trabalhadores, mas funcionam como importante fator de geração de renda para seus proprietários.


Funções da Administração
Para Henry Fayol, teórico e estudioso da Administração, as cinco funções da administração são:
  1. Planejar
  2. Organizar
  3. Comandar
  4. Coordenar
  5. Controlar
Por questão de comodidade e utilizando-se de releituras feitas por autores da atualidade, iremos adotar apenas quatro funções: planejar, organizar, dirigir e controlar. Desta forma as funções Comandar e Coordenar tornam-se a tarefa de Dirigir.
  1. Planejar
  2. Organizar
  3. Dirigir
  4. Controlar
Apenas para preservar o conteúdo da obra original, a tarefa de comandar é originalmente definida como o ato de orientar e dirigir o pessoal, hoje é denominado direção. Já a tarefa de coordenar é originalmente definida como ato de ligar, unir, harmonizar todos os esforços da empresa em torno de seu objetivo, é hoje denominado execução.
Organizar é uma tarefa interessante, consiste basicamente na divisão do trabalho e na atribuição de tarefas. Para saber como fazer basta olhar mais profundamente para sua equipe de trabalho, saber quais são as qualidades e defeitos de cada um. Isso lhe ajudará saber se aquele membro da equipe será capaz de executar a tarefa. Divida as tarefas mantendo aquelas que são semelhantes ou complementares juntas. Em seguida, atribua esse grupo de tarefas àquele membro da equipe que tiver mais facilidade de desempenhá-la.
O ato de dirigir significa orientar como fazer. Sempre encontramos situações inéditas, mesmo para tarefas do nosso cotidiano. O administrador não pode atribuir tarefas sem dar condições do membro da equipe desempenhá-la. Pode ser que você não domine determinada tecnologia ou assunto, mas é necessário orientar como você quer que o produto final fique. Tenha paciência com seu subordinado, apenas dirigindo-o da maneira adequada ele conseguirá entender o que deseja, e poderá, assim, fazer a tarefa da forma esperada.
Uma parte que muitos negligenciam é o Controle das tarefas. É muito fácil, planejar, fazer executar, obter resultados e não controlá-los durante o processo de execução. Quando eles são positivos, maravilha! Todos ficam alegres. Mas quando o resultado é negativo, logo surgem vários culpados.
É tarefa do administrador controlar os resultados durante todo o processo para saber se as metas e os objetivos estão sendo obtidos como esperado. Se o administrador deixar essa tarefa para o final, não terá mais tempo para reverter a situação. E depois do fracasso, não adianta mais reclamar.


sábado, 11 de junho de 2011

Marcelo Rubens Paiva - Não és tu, Brasil

Nelena e seu primo:

- Seu beijo é diferente.
- Assim que se beija.
- Onde aprendeu tudo isso?
- Num filme, Adoro cinema.Adoro NAdar,a doro olhar o rio. Adoro andar por aí, falar com estranhos, adoro filas, andar de ônibus, correr atrás de pássaros, atirar pedras em frutas maduras, colher flores. adoro espirrar, tossir, até ficar com febre, naquele quentinho, moleza. Adoro cozinhar, pendurar coisas, chuva, sol, frio, carnaval. Adoro quem chega e quem vai Adoro dormir, mas nunca sonhei. Todo mundo fala, conta sonho quando acorda, não sei o que é isso.Queria tanto sonhar...